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Terça-feira, Agosto 12, 2008


Depois daquele carnaval em Maricá...



Anda triste, desanimada, achando que na sua vida só acontecem coisas esquisitas? Pois levante as mãos para o céu, porque elas poderiam ser bem mais estranhas. Explico. Na semana passada, estava assistindo o Jô meio sei-lá-porquê e de repente uma voz chama minha atenção.

É o Jorge Vercilo. Eu poderia citar seis milhões de motivos pra alguém detestar o pobre coitado, mas alguém que canta “Me joguei de onde o céu arranha/ Te salvando com a minha teia/ Prazer!/ Me chamam de Homem-Aranha/ Seu herói!” nem precisa de muita coisa pra ser classificado de chato.

Para quem ainda não lembrou dele, é aquele que fez um show sonífero de 2 (duas!) horas naquela edição do prêmio Comunique-se em que o William Waack – que é casado - surtou e saiu dizendo que amava a Fabiana Scaranzi. Há quem diga inclusive que ele estava atormentado por causa do show – mas aí já é maldade.

Pois bem. Lá estava o Jorge Vercilo explicando como é que ele conheceu a mulher dele. Segundo ele, a coitada (vítima?) estava passando o Carnaval em Maricá. Eu nunca passei o carnaval nesse lugar, mas se você der um Google em “carnaval + maricá” a primeira imagem que aparece é essa aí em cima – e as outras vão na mesma pegada.

Retornando. Lá estava a pobre futura mulher do Jorge Vercilo entediada passando o Carnaval em Maricá, quando uma amiga propôs que elas fossem ver um show de MPB (em pleno Carnaval). Ela foi. Quem foi que ela conheceu? O Jorge Vercilo.

Eles se casaram, tiveram um filho, e hoje ela vive com um cara que dá entrevistas em que diz coisas como: “Assim como outros compositores, também sou uma estrela de luz própria” e canta músicas com títulos como “Coração Yoshua”.

Toda vez que você olhar pela janela e achar sua vida meio chata, lembre-se: você poderia ter passado um carnaval em Maricá. Como não passou – e mesmo se passou, não casou com o Jorge Vercilo – mais um motivo para abrir um belo sorriso.