<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener("load", function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <iframe src="http://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID=38451190&amp;blogName=Colchas+de+Retalhos&amp;publishMode=PUBLISH_MODE_BLOGSPOT&amp;navbarType=BLUE&amp;layoutType=CLASSIC&amp;searchRoot=http%3A%2F%2Fcolchasderetalhos.blogspot.com%2Fsearch&amp;blogLocale=pt_BR&amp;homepageUrl=http%3A%2F%2Fcolchasderetalhos.blogspot.com%2F" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" frameborder="0" height="30px" width="100%" id="navbar-iframe" allowtransparency="true" title="Blogger Navigation and Search"></iframe> <div></div>
Quarta-feira, Agosto 13, 2008


Ça marche très bien

Santoro estava exatamente onde deveria estar, chegou na hora que deveria chegar e falou sobre quase tudo que a gente queria ouvir.

E ainda teria feito uma participação especial no TCC da Talita, caso ela usasse o MSN para sua função principal, qual seja, um meio de comunicação instantâneo.

Quem tiver curiosidade de saber o que ele tinha a dizer na noite de ontem, é só clicar aqui:


Terça-feira, Agosto 12, 2008


I love my job



13:45 – Chego na redação e minha chefe sai de dentro da sala de reunião já falando comigo. “Flávia, tenho uma missão pra você hoje. Você tem que ir atrás do Rodrigo Santoro”. Penso em todas as pessoas que tem que carimbar documentos, desenvolver relatório e encontrar clientes e penso, pela milionésima vez: Yeah, I love my job.


Ao Ivam, que nem sabe o bem que me faz



Então eu resolvi escrever um post sobre o Jorge Vercilo e aí que isso me fez ir até os blogs amigos. Coisa que eu não fazia há muito tempo. Coisa do tempo que passa, implacável, e que te faz às vezes ficar tão centrada no seu umbigo que não deixa ver que o tempo também passa para os amigos queridos.

Podia falar um pouquinho de cada um deles, mas me fez especialmente bem voltar a ter notícias do amigo Ivam. Foi a Cuba, encena suas peças, recebe os amigos, tem zilhões de projetos novos, todos lindos e um mais mágico que o outro. Ivam é o tipo de pessoa a quem se quer bem imediatamente, a quem só se pode desejar boas coisas. É só lembrar do seu jeito bacana, carinhoso e absurdamente acolhedor que meu coração começa a amolecer e fico com pena de ter falado mal do coitado do Jorge Vercilo.

Ivam faz a gente lembrar como é bom falar bem dos outros, apoiar projetos bacanas, celebrar a beleza de ter um trabalho bom, bons amigos, de poder realizar. É só pensar nele e me dá vontade de sorrir. Saudades imensas de ti. Continue brilhando por aí. Em breve pretendo passar pelo seu cantinho numa certa praça e te ver de novo.


Depois daquele carnaval em Maricá...



Anda triste, desanimada, achando que na sua vida só acontecem coisas esquisitas? Pois levante as mãos para o céu, porque elas poderiam ser bem mais estranhas. Explico. Na semana passada, estava assistindo o Jô meio sei-lá-porquê e de repente uma voz chama minha atenção.

É o Jorge Vercilo. Eu poderia citar seis milhões de motivos pra alguém detestar o pobre coitado, mas alguém que canta “Me joguei de onde o céu arranha/ Te salvando com a minha teia/ Prazer!/ Me chamam de Homem-Aranha/ Seu herói!” nem precisa de muita coisa pra ser classificado de chato.

Para quem ainda não lembrou dele, é aquele que fez um show sonífero de 2 (duas!) horas naquela edição do prêmio Comunique-se em que o William Waack – que é casado - surtou e saiu dizendo que amava a Fabiana Scaranzi. Há quem diga inclusive que ele estava atormentado por causa do show – mas aí já é maldade.

Pois bem. Lá estava o Jorge Vercilo explicando como é que ele conheceu a mulher dele. Segundo ele, a coitada (vítima?) estava passando o Carnaval em Maricá. Eu nunca passei o carnaval nesse lugar, mas se você der um Google em “carnaval + maricá” a primeira imagem que aparece é essa aí em cima – e as outras vão na mesma pegada.

Retornando. Lá estava a pobre futura mulher do Jorge Vercilo entediada passando o Carnaval em Maricá, quando uma amiga propôs que elas fossem ver um show de MPB (em pleno Carnaval). Ela foi. Quem foi que ela conheceu? O Jorge Vercilo.

Eles se casaram, tiveram um filho, e hoje ela vive com um cara que dá entrevistas em que diz coisas como: “Assim como outros compositores, também sou uma estrela de luz própria” e canta músicas com títulos como “Coração Yoshua”.

Toda vez que você olhar pela janela e achar sua vida meio chata, lembre-se: você poderia ter passado um carnaval em Maricá. Como não passou – e mesmo se passou, não casou com o Jorge Vercilo – mais um motivo para abrir um belo sorriso.